Filha, neta e bisneta de jornalistas. Mais do que uma profissão — um dom.

Yara Racy
De meu pai, Fernando Paulo Pereira Racy, um verdadeiro "guardião do conhecimento", herdei tanto a habilidade de aprender múltiplas tarefas como o espírito questionador, que naturalmente me levou para o jornalismo.
De minha mãe, Elza de Lima Gonçalves, uma "guardiã da memória", habilidosa com a escrita e o registro de dados, herdei essa facilidade com a narrativa e esse vínculo afetivo com o que o passado é capaz de ensinar.
Uma combinação de estímulos que, hoje, me possibilita registrar, organizar e contar qualquer história — seja em texto, foto, áudio ou vídeo — e criar com IA qualquer tipo de material, desde uma landing page ou um site, até um aplicativo.
A comunicação está na minha vida desde menina. Meu bisavô, Felício Salomão Racy, fundou o jornal O Comércio, mantido pela família até 2001.Não é só currículo. Está no DNA.
Vou sempre além... No O Comércio comecei entregadora e aprendi a diagramar. Na NetSite entrei redatora e saí criando sites. Na Revide iniciei repórter e virei editora, produtora e gestora de projetos.
Este projeto é muito especial. Marca uma nova etapa na minha jornada. Foi um trabalho de criação totalmente canalizado, unificando quem sou ao que faço, e utilizando IA.

CasA mar & ventO — Instagram, site e materiais canalizados
casamarevento.com.br•@casa.mar.e.vento
Este projeto nasceu de um processo diferente dos anteriores — onde já não crio mais a partir do pensar, mas do sentir. Começou com uma sessão multidimensional de alinhamento da Comunicação, onde a orientação para o trabalho é concebida através de mim e não por mim. Uma nova etapa profissional, que une mais de 10 anos de trabalho interno com o método Juan de la Luz às ferramentas e técnicas que aprendi na profissão.
Nessa sessão os seres de luz trouxeram pontos importantes, associados tanto ao propósito do negócio [uma experiência espiritual, não uma vivência turística], como à liderança da empresária [como uma guardiã do lugar], passando pela estratégia de comunicação [simples, fluída e verdadeira] e pelo branding [imagens fazem um convite silencioso que cria o desejo de estar no lugar].
Quando um trabalho é canalizado deixa de ser construído pelo ego e passa a ser edificado pela essência. Esse alinhamento energético permite não se distanciar do seu verdadeiro propósito no mundo e se corresponder com seu público em uma frequência de ressonância e não aparência. Em comunicação isso é fundamental porque o que se aparenta pode sempre ruir, mas o que se sustenta no propósito tende somente a expandir.
Quando o sentir está adormecido, a Comunicação Consciente chega para o despertar.Tem sido comum na minha trajetória manter laços duradouros com quem me contrata. Como a Lucy Holanda, que me chamou para cuidar da sua conta do Instagram por um período e renovou essa confiança em 2026 para a criação de materiais da CasA mar & ventO.
Nesta parceria que já dura alguns anos, vamos caminhando juntos na gestão da conta do Instagram da Escola Interativa — com planejamento editorial, artes, captação e edição de vídeos, diagramação de informativos, comunicados internos, vídeo institucional e episódios de podcast.

Escola Interativa — posts, informativos, vídeos e podcast
A saída, em 2019, não significou o fim. Chamada para um job em 2022, permaneço na redação da revista até hoje — envolvida na pesquisa e escrita de projetos editoriais especiais e reportagens nas edições semanais, impressas ou digitais. Só gratidão pela confiança renovada.



Frauzo Sanches, ex-diretor do Sindicato Rural de Ibitinga — onde fui coordenadora de Comunicação em 2013 — confia sua conta pessoal do Instagram a mim.
Frauzo Sanches
Coordenadora de Comunicação. Criei os processos e orientei a equipe (à distância) na manutenção das atividades de produção de informativo mensal, reportagem semanal e programa semanal de rádio.

Notícia da Terra — informativo do Sindicato Rural
Já tinha experimentado estar à frente da câmera como repórter e apresentadora, mas foi como coordenadora do Portal da Revide — supervisionando uma equipe de seis estagiários — que descobri o universo por trás da tela. Em parceria com a produtora Torres, criamos uma área de reportagens em vídeo. Um vínculo de amizade e gratidão que reverbera até hoje em projetos audiovisuais.
Vídeo institucional da Escola Interativa — um dos meus trabalhos audiovisuais
Um “xodó” da minha carreira — este projeto de responsabilidade social da Revide sou imensamente grata a Bel e ao Murilo por terem me dado carta branca para desenvolver. Um projeto de ponta a ponta, da concepção à execução, inteiramente feito por mim e com um propósito maior. Precisa mais?

Reeducom — o site do programa
Nasceu de uma iniciativa da Revide de se integrar com o espaço escola através de um trabalho educomunicativo. O objetivo geral era contribuir com a formação cidadã de leitores — e, junto dele, mais seis objetivos específicos: aumentar o número de leitores em Ribeirão Preto, contribuir com a melhoria da escrita dos alunos, incrementar a convivência estudantil entre grupos, aproximar a escola da comunidade do entorno, estimular a reflexão sobre a cidade e o papel da mídia, e descobrir talentos.
Três motivos sustentavam a proposta: a convergência de ações de apoio à educação que já se via no Brasil, a corresponsabilidade de um veículo de comunicação na formação do indivíduo, e a própria Lei de Diretrizes e Bases da Educação, que exige o conhecimento da realidade social e política. Usei como base teórica a educomunicação — campo que nasce do cruzamento entre Comunicação e Educação, estudado pelo núcleo de pesquisa da ECA-USP. A ideia central: quando o aluno passa a produzir seus próprios projetos de comunicação, ele deixa de consumir mídia de forma passiva e se torna um leitor crítico dela.
Desenhei o Reeducom em três degraus, do lúdico à prática: primeiro os alunos se familiarizam brincando com os meios de comunicação; depois, numa etapa pedagógica e interdisciplinar, os conteúdos são trabalhados por meio de vídeos, rádios, jornais e revistas; por fim, na etapa das relações de comunicação, o aluno se torna agente ativo, gerindo projetos de verdade para a comunidade. Na prática, isso virou um programa de 4 meses por semestre, dividido em 4 módulos apostilados — Apresentação, Comunicação, Cotidiano e Prática —, com 16 encontros de 2 horas (32 horas/aula, mais atividades práticas), visitando 2 escolas por dia, de segunda a quinta. A apostila que criei era baseada em reportagens que a própria Revide publicou ao longo de 27 anos de existência, conectando o conteúdo estudado ao desenvolvimento real da cidade.
Ribeirão Preto tinha, na época, 211 escolas de Ensino Fundamental — 31 municipais, 61 estaduais e 119 particulares. Na primeira etapa, em 2014, o Reeducom entrou em 8 escolas (6 públicas e 2 particulares), alcançando cerca de 840 alunos — 720 da rede pública e 120 da rede particular. A meta que desenhei para o programa era crescer ano a ano até se tornar autossustentável, formando novos educomunicadores.
No último módulo, os próprios alunos viviam a experiência real do fazer jornalístico: produziam um material que era editado e publicado em formato especial na revista Revide. Dessas edições saíam os vencedores de uma premiação anual, com prêmios de empresas apoiadoras e avaliação da Academia de Letras. Criei também uma área exclusiva no portal da Revide, atualizada com fotos, vídeos e matérias do programa em curso — pensada para virar banco de dados do projeto e canal de relacionamento entre a revista, os alunos, os ex-alunos e a comunidade.
Da ideia à sala de aula: um projeto pensado, desenhado e vivido do início ao fim.Aula sobre Educomunicação na prática para alunos do curso de Jornalismo. Um dos momentos de que mais me orgulho nesta trajetória.
Barão de MauáA revista Revide existe desde 1986 — considero um patrimônio de Ribeirão Preto, assim como O Comércio para Ibitinga. Com uma pausa entre 2019 e 2022, essa é uma relação de longa data. Local onde vivi inúmeras histórias, minhas e dos demais, onde amadureci e me expandi pessoal e profissionalmente. Só gratidão em meu coração.
Redação da Revide
Produzindo uma reportagem
Lançamento — com Lucas Chaibub e Isabel de Farias
Com os dois livros de história de Ribeirão PretoPós-graduação em Gestão de Processos Comunicacionais pela Escola de Comunicação e Artes da USP. Trabalhava na NetSite e viajava quinzenalmente para um fim de semana inteiro de estudos — grata à minha chefe, D. Glória Lunardi, por apostar em mim.
Meu primeiro trabalho no online. Todo o aprendizado da engrenagem por trás da tela que hoje me permite criar sites, landing pages e aplicativos com facilidade — ninguém me ensinou, aprendi aqui, observando, perguntando, entendendo os processos. Foi também minha primeira experiência liderando uma equipe. Contratada para uma função, saí tendo incorporado outras — um padrão para a vida toda.

Equipe da redação
Meu TCC na graduação em Jornalismo, em Bauru, foi uma homenagem para a minha família. Sob o tema “O Comércio faz 87 anos, o azar é só dele” — desenvolvi um estudo acadêmico sobre o encerramento deste ciclo familiar. Àquela época, o jornal encerrava suas atividades.
Em 2001, recém-formada, mudo para Ribeirão Preto. Não sem antes, ainda estudante, ter vivido a experiência de apresentar um telejornal na TV Cidade, em Ibitinga, e ser chamada na rua de “a menina da TV.”
Era uma adolescente, mas já escrevia uma coluna para o jornal O Comércio.

No O Comércio, o jornal da família
Para mim, antes de qualquer diploma, a comunicação já era uma rotina. Menina ainda — dizem meus pais — estava eu lá, ajudando a dobrar o jornal e a entregar de casa em casa, a edição semanal do “O Comércio” — negócio da família há três gerações. Na lembrança dessa menina, vejo uma bicicleta verde, carregada de jornais na garupa, e sinto o peso da pedalada, misturado ao alívio no fim da “linha”.

O jornal da família
Trabalhos pontuais — apresentações institucionais, materiais de comunicação diversos e estratégia de conteúdo para redes sociais. Marcas diferentes, cada uma com a sua voz.



Retratos, ensaios e paisagens — trabalhos e olhares pessoais. A fotografia é, para mim, outra forma de escuta: encontrar a luz certa e o instante em que a pessoa — ou o mundo — se revela.

















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Meus dons com a palavra e a voz estão também à disposição como Canal de Luz da Metodologia Quântica Juan de la Luz.
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